What does football, Brexit and my kitchen have in common?

After loosing to Chile (second time in a row), the second best player in the world doesn’t want to play anymore for his country at the age of 29 (after four lost finals). Maybe there was some problem with the money suitcase travelling to the Cayman islands, but in any case Argentina loses big time and probably only Adidas and Barcelona can call themselves winners in this strange decision.

Back to Brexit, when you have Sarah Palin, Putin, Trump, and Iran, all congratulating the Leave you know you have a problem in your hands. Britain has made one of those mistakes that will take 50 years to overturn, unless politicians ACT NOW.

And still in the UK, finally, scientists are waking from their lethargic lab experiments to the realisation that there won’t be much funding after Brexit after all. And if there is a class of workers that can smell the lack of funding a mile way… that’s us scientists. SHOW ME THE CHEESE.


I love them, thing that they’ll be great in the future, but I don’t understand this quest to make robots resemble mammals — humans, dogs, unicorns… The latest from Boston Dynamics is the epitome of absurdity. A robot-dog doing the dishes… And while they have some sense of humor showing the hurdles that robotics still has to overcome at the end of the video, these four legged versions are reaching the end of interestingness (maybe that’s why Google wants to sell the company).

The interesting part of robotics is not the development of Hardware, but software, mainly “brains”. And brains are algorithms, are neural networks, are simulations, new computation forms, inverse kinematics, and so on. Probably this platform has already reached its limit and is time to move on. For me a robot is something on this software side of the viewpoint. Tesla’s autopilot makes the car a kind of robot, and a very capable one. It doesn’t need to look like a whale to do drive.

and the answer to the question is NOTHING

E ao quarto empate… Portugal ganhou.

Tudo neste último jogo foi diferente dos anteriores, apesar do empate — nos 90 minutos.

No jogo do mata-mata não há espaços para recuperações milagrosas como as do jogo com a Hungria. Fernando Santos sabia-o e colocou uma equipa mais sólida defensivamente. Que antes de ganhar o jogo sabia que não o podia perder infantilmente — e sabe-se o quão infantil são alguns dos golos sofridos por Portugal.

Voltou o Raphael Guerreiro que está a jogar muito bem. Saiu o Moutinho que está a passar ao lado do Europeu e também o Vieirinha — finalmente. E se para mim a dúvida entre o Adrien ou o Renato penderia para o Renato Sanches, também compreendo que na lógica do primeiro parágrafo o Adrien fosse o escolhido. E secou muito aquele meio campo croata, principalmente Modric.

Quanto ao desenrolar do jogo, claro está que Fernando Santos percebeu aquilo que já tinha dito. Portugal tem muitas deficiências e não pode pensar que vai impor o seu futebol a quem quer que lhe apareça pela frente.

Tem que jogar na matreirice, na oportunidade do contra-ataque. O Cristiano Ronaldo vai ter muito poucas oportunidades de rematar. Tudo terá que ser mais eficiente. Jogar à italiana. Defender, correr, marcar.

E entre o 4-4-2 ou o 4-3-3, parece que a “geringonça” de Fernando Santos vai funcionando, se bem que por momentos a equipa pareça um pouco perdida no que fazer.

A Polónia é o adversário que se segue e novas dificuldades surgirão no cardápio. Mas isso é só na próxima quinta-feira. Até lá há que descansar as pernas — e a Polónia também teve prolongamento — e acreditar até ao fim que o Mustang poderá novamente tirar um coelho da cartola.

JASP or not to JASP? Bayesian statistical methods for free.

There are two ways of doing statistical analysis. One that I call the Excel approach and the other that I call the Experts approach.

The idea is that you use the former if you are a mouse user, and like to point and click at things without really understanding what is happening (and without much control either).

The latter is used by those who want finer control over the outputs, usually requiring some understanding of the theoretical aspects of the analysis, and requiring a lot more punching of the keyboard.

All this introduction comes from the fact that I’ve been experimenting a statistics software called JASP that aims to be a small statistics software — ‘an alternative to SPSS’ — that fall in the realm of Excel users but has the power of Experts underneath.

JASP has only a few, well… FOUR, categories of analysis — t-tests, anova, regression, and frequencies — and this is probably fine for most of the use cases. I find it particularly interesting for EDA (Exploratory Data Analysis) where you just want to get a feeling for the data your working with.

Everything is very visual and done with the mouse, from loading data, to clicking through the options of the analysis you want to perform.

The output is beautiful but limited to HTML with the images embedded as png data:uris. It would be great to export the results for use in academic papers — eps or pdfs would be great for LaTeX. This makes JASP a little limiting.

In any case JASP is still in its infancy, and probably will evolve rapidly. As for exploratory data analysis software there are alternatives. One of my favorites is Mondrian. Mondrian is old — started in 1997, lates stable if from 2011 and latest beta is from 2013 — and doesn’t have the beautiful graphics of JASP — but, sometimes simple things are the best.

The cool thing about JASP is that all the clicks and clanks are just a way to pass parameter to R functions. The backend is R and therefore you can do everything the hard way if you really need to improve on the existing functions. For example, sometimes you need to make your plot scales logarithmic. There is no way to do that in JASP but if you use the R function underlying it… you solve your problem — and you can export PDFs for paper production.

The R scripts that power JASP are available at Github, meaning that if you want to use them in your own advanced work in R just go ahead and read them.

The British Strike OUT. What a mistake they made!

Well, the chances where there, the clowns were out, the stupidity made them blind, and now BRITAIN VOTED OUT. This might be the biggest face changing in Europe since WWII and we all will have privileged seats to watch/or be part of/ whatever you prefer.

The late Iain Banks, one of Britain best writers of the late XX/early XXI centuries, summed the discussion at hand.

Iain Banks quote

Today I’m seeing a lot of people anger now that the remain lost. They are all scratching their heads and thinking how was this possible. Edward Snowden put it best:

Letting a society go into a spiral of discussing stupid ideas results in stupid decisions. That is something that Serge Galam showed with his voting models in a theoretical viewpoint.

The British will have to pay for this adventure. They are already paying in some sense because the Sterling Pound immediately collapsed:

Sterling Pound Collapses after results

I’m a great defender of change. Change, like the great Portuguese poet Camões once said the world is change, which forever takes on new qualities, [Todo o mundo é composto do mudança,//Tomando sempre novas qualidades], drives the world. But not when it sends your country into a deadlock.

The EU failed Europeans because they didn’t change. They imposed power in a top-down manner and this is forcing EU nations to change in unpredictable and radical ways and like Britain letting countries go into a spiral of nationalism that reminds the ideas of the post WWI that lead to WWII.

Speaking of which, the Guardian has a science podcast about find new planets. Anyone that is in shock might start searching for a space ship out of the planet. Well at least out of the island, but I suspect that the ones running for their CVs are those in Brussels.

Portugal e a tática do 3-3-3-3?

Pois é, e não estou a falar do resultado. Esta selecção mete-se em alhadas não porque quer, mas porque tem ali meia dúzia de nabos que nem num batatal saberiam apanhar a hortaliça.

Foram 3 erros de defesas que deram origem a 3 livres e de 3 livres surgiram 3 golos Húngaros. Porquê tanta azelhice? Eliseu? Mas que jogo para esquecer. E o disparate foi tanto que até o Ricardo Carvalho fez asneiras.

Mas 3 golos de lances de bola parada por burrices de defesas previamente… Vamos ser a delícia da Croácia.

Finalmente parece que o Fernando Santos viu que o Moutinho está a passar ao lado deste europeu. Gostei finalmente do William Carvalho e honestamente não percebo a invenção do Danilo a jogar lado a lado, mas pode ser que funcione, pode ser.

E claro que o Nani já se viu que só funciona 45 minutos e que depois desaparece. O Quaresma continua a mexer na equipa — quando joga — e o Renato Sanches devia ter mais minutos. Mas eu que não percebo nada de futebol QUE RAIO SEI EU?

Agora no mata mata a coisa pode ser uma de duas desgraças. Ou se perde ou se vêm embora. E apesar de compreender a lógica de querer ficar no “lado bom” do quadro dos oitavos, este lado é o lado que vai dar problemas a Portugal que não sabe jogar contra equipas fechadas e defensivas. No outro lado do quadro a Inglaterra poderia dar mais espaços…

E por fim a Croácia-Portugal no Sábado às 20h, ou será o nosso fim? — Só tenho uma dúvida: Quem vai marcar o Modric? é que a velocidade do rapaz é demais para os nossos 6, seja William, Danilo, Moutinho ou outro qualquer. Acho que vou ter que comprar uma caixa para azia que a tática vai ser um 31.

O preço das casas sobe em Lisboa

Segundo um relatório — e ultimamente todo o jornalismo parece provir de relatórios. Será que ainda há jornalistas à antiga, que vão para a rua, que fazem perguntas? — mas como dizia, segundo um relatório, vendem-se mais casas em Lisboa e mais caras.

Vendem-se e a cidade está mais cara. Se tanto dinheiro está a entrar a rodos, porque é que os lisboetas não estão a tirar partido disso?

Para além do mais ir à baixa da cidade tornou-se insuportável com tanto japonês desembarcado dos paquetes atracados no rio e tanto tuk tuk a tentar levá-los para onde possam clickar os postais que viram quando reservaram a viagem.


Apre. Não, não estou contra o turismo, mas temo que a gentrificação do centro leve a um nivelamento por baixo da qualidade das casas em Lisboa.

E isto claro tem a ver com as novas centralizadas de Lisboa. É preciso potenciar o crescimento de zonas mais afastadas da cidade. Tornar outras zonas atractivas. Claro que a mobilidade forçada dos Lisboetas acabará por fazer parte do trabalho, mas seria interessante ver mais iniciativas para que tal acontecesse.

Tradicionalmente as câmaras municipais tem visões extremas das hierarquias da cidade. No topo as elites são privilegiadas — e por elites hoje em dia estamos a falar das corporações e não tanto dos particulares — pelas câmaras, por causa dos investimentos que trazem.

No outro extremo as câmaras querem votos e atacam os problemas de pobreza — muito de vez em quando — criando bairros sociais de custos controlados. Tendo apenas estas duas visões, extremam-se os antagonismos da cidade entre as zonas ricas e as zonas pobres.

Em Lisboa basta pensar nos dois eixos que ligam à Baixa. O da avenida da Liberdade e o da Almirante Reis para perceber que há tios e enteados. A proposta de revitalização do Intendente ficou-se por ali.

Como as gentes de Arroios perceberam “espalhou-se a m**** avenida acima”, mas fundamentalmente para além da proposta inicial este eixo continua a ser descurado pela autarquia comparativamente aos outros. Este e tantos outros.

APFS might be the best new thing in macOS Sierra

I’ve long forgotten to watch Apple keynotes because honestly … they don’t present much these days and my time is very valuable to be sitting for 90 minutes watching promotional material. BUT, in the latest presentation of the future operating system there was something that catched my attention: THE NEW FILE SYSTEM. Apple has been developing it for the past 3 years — making it very young and immature — but it is clearly an attempt to make something modern that goes beyond the HFS+ now on macs. It is good that Apple finally decided to move forward, it is a pity that — in good apple tradition — they did not chose to use open source, but in the end, Mac users will get something better at the next OS that is not just some Bling. REAL TECH. That has to be good, right?