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Posts Tagged ‘música’

Bossa Nova + Tóquio + Globo espelhado

July 17th, 2009
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Tokyo Jihen from Moon on Vimeo.

a.k.a Tokyo Incidents

Quando a música está em todo o lado e sem dúvida que no princí­pio desta Bossa nova japonesa pen­sei que ia ouvir algo de um país mais quente… e próx­imo. No final uma boa sur­presa para um fim de sem­ana de muito sol. A não perder pitada até ao fim por causa dos solos.

(Só não percebi o fetiche da mala a tira colo e do globo espel­hado tipo disco anos 70/80)

= Bom fim de sem­ana! (que vou para a praia)

Nobody’s Bizness nas Catacumbas, HOJE!

June 16th, 2009
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NOBODY'S BIZNESS

Para quem estiver inter­es­sado, os Nobody Biz­nesss tem uma edição ao vivo em 2005 em Sines pela “You Are Not Steal­ing Records” que con­tém mais músi­cas que as pre­sentes no MySpace da banda.

Audio clip: Adobe Flash Player (ver­sion 9 or above) is required to play this audio clip. Down­load the lat­est ver­sion here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Se ouvi­ram o vozeirão da Petra nesta faixa, já tem uma ideia do que podem ouvir logo à noite!

As mentiras do Costume da ‘Indústria’ da música

March 20th, 2009


A indús­tria da música, como de cos­tume, é per­feita, não faz asneiras. O seu mod­elo de negó­cio foi esta­b­ele­cido no tempo dos gramo­fones e não pre­cisa de mudar. A AFP (asso­ci­ação fono­grá­fica por­tuguesa) desco­briu que em 2008 a venda de música em Por­tu­gal caiu 11,5% e ime­di­ata­mente veio para a imprensa cul­par a “pirataria” esse mon­stro de costas largas que serve para amparar as asneiras e men­ti­ras da indústria.

Diz o direc­tor da AFP que a crise da música está direc­ta­mente rela­cionada com a pirataria da música na Inter­net. COMO? Onde é que o sen­hor fun­da­men­tou esta opinião? Pode mostrar os estu­dos que imputam a diminuição de ven­das com o aumento da pirataria? Aliás, cer­ta­mente não leu / ouviu um estudo dos hábitos do con­sum­i­dor feito pelo Grupo NPD em que as con­clusões são sim­ples­mente difer­entes ou o artigo do The Guardian em 2008 que mostra que a música pirateada na inter­net é uma fracção da música pirateada[1b]:

Mais, diz ainda “Há ger­ações que não com­pram música, só fazem down­loads pela Inter­net e há um tra­balho que está por fazer”. O sen­hor deve saber mais do que nós. Primeiro uti­liza GERAÇÕES, no plural como se todos os que con­hece­mos, desde o meu avô de 95 anos ao meu gato fos­sem ban­di­dos. Pode indicar estu­dos que mostrem a estrat­i­fi­cação por idades (já que fala em ger­ações) daque­les que fazem pirataria? E como o sen­hor não fez o tra­balho de casa não sabe de estu­dos que dizem exac­ta­mente coisas como: “dig­i­tal music sales will grow at a com­pound annual growth rate of 23% over the next five years”[1a]

Mas acham que acaba aqui? Logo a seguir diz com toda a autori­dade que a presidên­cia de uma asso­ci­ação lhe dá: “É muito difí­cil o iTunes con­seguir sin­grar se num site ao lado um mesmo álbum for disponi­bi­lizado gra­tuita­mente.” COMO? O que sabe o sen­hor da AFP que o pres­i­dente da Apple não sabe? É que olhando para o que saiu nos últi­mos anos em ter­mos de ven­das é, só para exemplificar:

2005 — iTunes storms into top 10 music sales chart [1]

2005 — iTunes scores 80 per cent of UK down­loads [2]

2006 — “rev­enue on iTunes soared by 84%. In addi­tion, the num­ber of trans­ac­tions jumped 67%, and the amount spent per trans­ac­tion was up 10%.”[3]

2007 — “The iTunes ser­vice wields incred­i­ble power in the music busi­ness, since it accounts for more than 76 per­cent of dig­i­tal music sales. And its influ­ence is on the rise: Apple recently passed Ama­zon to become the third-biggest seller of music over all, behind Wal-Mart and Best Buy, accord­ing to the mar­ket research firm NPD.”[4]

2007 — iTunes Music Store—songs sold
Launch: April 28, 2003
25 mil­lion songs: Dec. 15, 2003
“Over” 70 mil­lion songs: April 28, 2004
100 mil­lion songs: July 12, 2004
150 mil­lion songs: Oct. 15, 2004
200 mil­lion songs: Dec. 16, 2004
250 mil­lion songs: Jan. 24, 2005 (50 mil­lion in 38 days)
300 mil­lion songs: March 2, 2005 (50 mil­lion in 36 days)
350 mil­lion songs: April 13, 2005 (50 mil­lion in 41 days)
400 mil­lion songs: May 9, 2005 (50 mil­lion in 30 days)
500 mil­lion songs: July 5, 2005 (100 mil­lion in 57 days)
“Over” 600 mil­lion songs: Oct. 25, 2005 (“over” 100 mil­lion in 112 days)
850 mil­lion songs: Jan. 10, 2006 (250 mil­lion in 76 days)
1 bil­lion songs: Feb. 22, 2006 (150 mil­lion in 42 days)
1.5 bil­lion songs: Oct. 26, 2006 (500 mil­lion in 246 days)
2 bil­lion songs: Jan. 9, 2007 (500 mil­lion in 80 days)
2.5 bil­lion songs: April 1, 2007 (500 mil­lion in 82 days) [5]

2008 — iTunes Records a Sales Mile­stone — Apple Inc. has sur­passed Wal-Mart to become America’s No. 1 music store, the first time that a seller of dig­i­tal down­loads has ever beaten the big CD retail­ers. [6]

A ver­dade é que estes links e sites mostram um cenário muito difer­ente daquele que o pres­i­dente da AFP quer fazer pas­sar. O prob­lema não é achar que a pirataria é má. Todos achamos e seria óptimo que hou­vesse um mundo onde não exis­tisse, de qual­quer tipo, mas a ver­dade está na forma como a indús­tria se tem com­por­tado. A indús­tria acha que “tem dire­ito” a vender todos os anos mais. A indús­tria acha que quando o seu mod­elo de negó­cio está a fal­har, em vez de perce­ber porque perdeu 20 mil­hões de com­pradores de CDs (nos EUA e que não foram para out­ros meios), é mais fácil ati­rar a culpa para um lado obscuro e ile­gal chamado pirataria dig­i­tal. A AFP não quer acabar com a pirataria. A AFP quer ape­nas rece­ber mais din­heiro. O din­heiro que ela acha que tem dire­ito segundo um mod­elo de negó­cio que as pes­soas cada vez menos querem. E pior que tudo o resto é que vem para uma imprensa acrítica que lhes dá voz sem fazer um pouco de inves­ti­gação. Como o que é dito vem de uma “asso­ci­ação” deve ser ver­dade! E basta colo­car o que a pes­soa disse entre aspas para que a imprensa se escuse a fazer um pouco de inves­ti­gação.
A estraté­gia da AFP é clara. Criar um panorama negro, irreal, de forma a que futu­ra­mente leg­is­lação que garanta a per­pet­u­ação do seu negó­cio fal­hado, seja aprovada. Ainda por cima não se coíbe de acusar tudo e todos, inclu­sive de inven­tar fac­tos no que diz respeito ao iTunes para ten­tar jus­ti­ficar o seu ponto de vista. Já o vimos no pas­sado com tan­tas outra medi­das e polémi­cas. Infe­liz­mente é pena que assim seja.

Ref­er­en­cias:
[1b] — The Guardian
[1a] — Music down­loads to sur­pass CD sales by 2012, For­rester study says
[1] — Silicon.com
[2] — Silicon.com
[3] — Infor­ma­tion­Week
[4] — New York Times
[5] — mac­si­mum­news
[6] — LA Times

Patti Smith canta Nirvana

November 19th, 2008
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Para quem andava de fral­das em 1991 veja o orig­i­nal Smells Like Teen Spirit (live, como todo grunge deve ser ouvido) dos Nir­vana antes de ver a ver­são da Patti Smith aqui em cima.

Hoje estou Offline. Não con­tac­tar! Cuidado com o cão!

Descobrir música nova na net?

October 22nd, 2008


Procu­rar música na inter­net nem sem­pre é sim­ples. Ape­sar de muitas ban­das disponi­bi­lizarem os seus álbuns para down­load sob licenças cre­ative com­mons, ou artís­ti­cas, não é fácil chegar a novos sons. Daí que muitas vezes o mel­hor seja mesmo procu­rar no Google. Por exem­plo esta música:

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dos Sti­diek, um pro­jecto espan­hol de Pam­plona (dis­tribuída sob uma licença CC) não seria facil­mente encon­trada, mesmo que a banda a divulgue no MySpace ou Jamendo

Claro que procu­rando pelo nome do pro­jecto con­seguire­mos encon­trar pági­nas do autor… mas é pre­ciso con­hecer o nome da banda. Uma questão que se coloca então para os novos autores é como ultra­pas­sar este descon­hec­i­mento ini­cial que as pes­soas tem do seu tra­balho? É que a inter­net, como muitas out­ras redes soci­ais, está orga­ni­zada num mod­elo do tipo “Scale Free” onde aque­les que já tem mais refer­ên­cias recebem mais citações. Este mecan­ismo reforça os nomes con­heci­dos. O Google uti­liza esta noção no seu algo­ritmo de PageR­ank por exemplo.

O que importa aqui é perce­ber como é pos­sível ter um um sis­tema que mostre resul­ta­dos dos mais pequenos, dos tais que ficam na cauda longa e que de outra forma não con­seguirão ter a vis­i­bil­i­dade dos esta­b­ele­ci­dos que já pos­suem mais ligações?

Não tenho resposta para esta per­gunta (se tivesse estaria rico) mas a ver­dade é que o sis­tema actual de Hub and Spoke tem defeitos prin­ci­pal­mente porque os Hubs se tor­nam gigantes, sem que isso seja reflexo de qual­i­dade acrescida, seja na música, na lit­er­atura ou no número de leitores de um site ou blog. Talvez a solução passe por uma reed­u­cação do con­sum­i­dor, fomen­tando a procura de coisas orig­i­nais e difer­entes em vez de procu­rar uma nor­mal­iza­ção pela moda.

Na música isto é ainda mais impor­tante quando se sabe que para além do efeito scale free ainda se tem que lidar com os inter­esses das edi­toras de música, que tem todo o inter­esse em man­ter os músi­cos inde­pen­dentes longe das audições, para não afec­tar as ven­das dos seus músi­cos. Há uma efec­tiva ditadura da música que ouvi­mos! Como se pode dar a volta a isto?

Música? Alguém acredita no fim do iTunes?

October 1st, 2008

Se por um lado esta­mos con­tra a forma como a indús­tria da música NMPA quer cobrar din­heiro pela música, com o pre­texto de que está a cobrar roy­al­ties para os autores, a última novi­dade de que a Apple ameaça fechar a a iTunes Store é a ridic­u­la­mente pateta.

Se é sabido que os músi­cos não ficam ricos com as ven­das nes­tas lojas online, dá von­tade de torcer para que o Copy­right Roy­alty Board decida a favor das edi­torasNMPA só para ver se a Apple real­mente tem cor­agem de fechar a loja de música… ia ser giro ver a Apple a fechar a sua Gal­inha dos Ovos de Ouro.

Lá teríamos todos que ir procu­rar os MP3 no Google ou então quem sabe até comprá-los no serviço de MP3 da Amazon…

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Yahoo acaba com DRM! Clientes queixam-se?

July 31st, 2008

Há boas notí­cias às quais imprensa gosta de dar a volta para servir inter­esses que não percebo. Quando a Microsoft decidiu acabar com os servi­dores de autor­iza­ção das músi­cas com DRM, todos se revoltaram, o que levou a Microsoft a voltar atrás. Agora é a vez do Yahoo! anun­ciar que vai desli­gar os servi­dores que autor­izam as músi­cas com DRM a tocar num deter­mi­nado com­puta­dor e nova­mente as queixas pare­cem estar a subir de tom.

Esta­mos a assi­s­tir ao fim do DRM e os patos que com­praram música com DRM queixam-se que podem ficar sem poder ouvir as suas músi­cas no futuro. Para já o Yahoo garante que mesmo após o desli­gar dos servi­dores de autor­iza­ção as pes­soas podem con­tin­uar a ouvir as músi­cas no com­puta­dor onde as tiverem (até que mexem a fundo no OS). Mas esperem, as pes­soas com­praram as músi­cas, e se tiverem que for­matar o computador?

O irónico é que o Yahoo sug­ere que as pes­soas gravem CDs de música (que não con­tém DRM) para preser­var dessa forma as músi­cas que com­prararam. Então agora já não há prob­lema em dar a volta ao DRM?

O extra­ordinário é que os clientes que com­praram música com DRM agora pare­cem fazer muito bur­bur­inho, queixando-se que não vão poder ouvir a sua (deles? dream on) música. Pre­ocu­pações essas que estão estran­hamente a ter eco na imprensa. A ver­dade é que quando essas músi­cas foram com­pradas não ouvi­mos esses mes­mos clientes a queixar-se do DRM.

Parece-me que por detrás destas notí­cas há mais que sim­ples clientes descon­tentes. Há a indús­tria do cin­ema a ten­tar fazer pas­sar a ideia que ao DRM não é assim tão mau porque ainda depende dele a 100% para con­tro­lar a dis­tribuição, zonas e afins e a ideia de que o DRM mor­reu efec­ti­va­mente é má para o seu negó­cio. O que acon­te­ceria se os tais clientes que agora se queixam do fim dos servi­dores de autor­iza­ção do Yahoo, começassem antes a recla­mar do DRM dos filmes Blu-Ray e se recusassem a com­prar músi­cas ou filmes com DRM? Ou então que pas­sas­sem a procu­rar música em locais alter­na­tivos, ou mesmo procu­rar no google mp3?

O DRM é mau, errado e cerceador das nos­sas liber­dades. A notí­cia do fim dos servi­dores de DRM do Yahoo devia ser lou­vada como pos­i­tiva, não como um cat­a­clismo como alguns pre­ten­dem fazer passar.

Apple e os Beatles…

March 12th, 2008

Foto de tam­burix

Todos falam disto, mas tenho uma questão a colocar:

Con­segues enu­merar 10 músi­cas dos Beatles?

Con­segues?

Jorge Palma esgotado.

November 22nd, 2007

Tenho que começar por dizer que gosto muito do Jorge Palma e é nat­u­ral­mente com muita curiosi­dade que segui o estron­doso sucesso que ele parece estar a ter no Youtube com o vídeo do último tra­balho, mas hon­es­ta­mente… (ou)vi o tema e quase que já estou como o rei de Espanha: Porque não “os” calas? Ou no caso do vídeo “man­das àquela parte que eu cá sei.”

O Jorge Palma é um sobre­vivente, é indis­cutível, e fez pela vida como ninguém. Con­tudo este vídeo ape­sar de meio mil­hão de visu­al­iza­ções é uma ver­dadeira tris­teza. O Jorge não se importa, mas pes­soal­mente não suporto aquele des­fi­lar de músi­cos nacionais, como se prestassem uma hom­e­nagem pós­tuma. O Jorge Palma está vivo e bem vivo. Aliás, a forma como o vídeo é fil­mado, com a forma como o Rui Rein­inho é colo­cado no final e com aquela metá­fora Pes­soana. É pá, tomara o Jorge Palma ser o Fer­nando Pes­soa em dia mau e tomara o Rui Rein­inho chegar aos cal­can­hares do Jorge Palma depois de uma valente cadela.

Pes­soal­mente não gostei. Percebe-se que este tipo de “hom­e­na­gens” são feitas porque as pro­du­toras exigem, porque é uma forma de vender música em Por­tu­gal e tam­bém porque o Jorge Palma não se importa com isto porque se está a cagar para eles todos. O Jorge Palma tem um pouco a mania de ser o Charles Bukowski nacional. Não se importa de fazer o que as edi­toras man­dam para pro­mover o seu tra­balho e a sua música. Sim, acho que é um bocado um ven­dido. Mas na sua per­spec­tiva é-o con­scien­te­mente porque no fundo acha que se está a marim­bar para eles. (Mas estará?)

Houve um dia há uns anos que estava num shop­ping da zona de Lis­boa quando às 6 da tarde vi que o Jorge Palma ia dar um con­certo mesmo ali, no meio da zona de comes e bebes. Tin­ham insta­l­ado um piano e uma zona de mesas “vips”. Fui dar uma volta e quando voltei já o con­certo estava a meio, quase no fim… foi coisa de menos de 1 hora. O Jorge estava um pouco acel­er­ado, mas diver­tido com a sua música. Seria a única coisa que lhe inter­es­sava. Mas aquela figura de pateta ale­gre a tocar suces­sos do pas­sado no meio de comes e bebes de um shop­ping foi a gota de água. Era o Jorge Palma a sobre­viver da pior maneira. Quando por fim fez os dois encores obri­gatórios, foi final­mente lev­a­dos por quem o andaria na altura a explo­rar. Se cal­har os mes­mos que agora o sen­taram à mesa da falsa Brasileira e meteram os súb­di­tos a prestar vassalagem.

Con­tinuo a gostar do Jorge Palma, con­tudo não tenho paciên­cia para todo o mer­can­til­ismo e do culto da pes­soa que ele se deixou rodear nos últi­mos anos. Não inter­essa. Ele ainda vai nos enter­rar a todos e a sor­rir ainda por cima.

Música: Universal e Sony no salto em frente

October 13th, 2007

A edi­tora de música Uni­ver­sal rompeu os con­trac­tos que tinha com a Apple para a dis­tribuição de música na iTunes Music Store e prepara-se para criar um serviço con­cor­rente. Até aqui nada de mal e toda a con­cor­rên­cia é salu­tar por forma a evi­tar o com­por­ta­mento monop­o­lista da Apple. O que eu estranho é que estas multi-nacionais super poderosas con­tin­uem a a não perce­ber qual é o prob­le­mas das suas lojas.

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